"A espantosa realidade das coisas" transmite uma mensagem muito simples, e que é defendida em muitos dos poemas de Caeiro (pelo menos em grande parte dos que já li), e ele próprio o diz. Cada coisa tem uma essência, o que a faz diferente das outras, logo tudo é diferente, porque nada é a mesma coisa! Descobri este poema quando publicaram no Facebook o link para o poema que li na semana passada. No entanto li o poema por curiosidade, gostei, e sem querer fechei a janela sem decorar o título. Mais tarde, quando enviei uma mensagem ao Francisco por causa da peça, perguntei-lhe se tinha algum poema de Caeiro que gostasse especialmente, ele disse-me que gostava desse! Foi uma coincidência feliz, porque gostei muito do poema. Depois de imprimir o poema, este passou mais de uma semana à espera de ser lido, e na mesma folha transcrevi à mão o poema Quando a erva crescer em cima da minha sepultura. Depois do computador chegar, fiquei sozinho em casa e aproveitei para gravar, finalmente, "A espantosa realidade das coisas"!
Odeapessoa
23 de Abril de 2010
23 de Abril de 2010
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